Hoje às 11:30 da manhã saía da sala de aula quando vi uma japonesinha conversando com um brasileiro. Ela falava bem o português e parecia muito simpática. Peguei meu carro e manobrava quando a vi novamente, desta vez subindo na bicicleta. Entusiasmada abri a janela e disse: Oi, oi. Vem vá. Ela veio, sorrindo. Perguntei-lhe então: De que cidade você é? Okinawa, respondeu. Ah, que legal! Eu tenho uma amiga brasileira que mora e leciona no Japão, em Osaka. Ela me mandou uns pincéis para sumiê, mas ainda não chegaram. Ah, disse a garota sorrindo. Eu trabalho aqui e apontei o centro onde ensino. Sou professora de italiano. Ah, mas você é italiana, perguntou a japonesinha. Não, não. Sou brasileira.
Depois foi cada uma para o seu lado.
Só mais tarde me dei conta da conversa doida! Abordei a garota de um jeito tão absurdo e ela achou tudo tão natural.
Deve morar há um bom tempo aqui. Ou já conhece minha fama de doida.
ps: cheguei em casa agora, às 19:00 hs e não é que os meus pincéis tinham chegado?!

4 Respostas para “A naturalidade de uma conversa sem pé nem cabeça”

  1. Fernanda disse

    Finalmente os ditos cujos de nomes censuráveis chegaram! Que bom! Espero que sirvam…Ah, a japonesinha de Okinawa não deve ter achado tão estranho assim…lá em Okinawa eles são mais abertos, um outro Japão… Beijos!

  2. quel disse

    Ela parece ser bem legar e hiper à vontade por aqui.
    Tenho me divertido muito perguntando às pessoas se elas querem ver os meus fudês!
    :D

  3. kanuthya disse

    ahaha
    já te imagino: “os meus fudês são o máximo!”

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